
sábado, 15 de outubro de 2011
Nevoeiro

segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Grandeza
sábado, 17 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Faxina

quarta-feira, 24 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
A sombra das coisas
A fé dos homens
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Inverno Úmido
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Estou lendo
O MAIS TRISTE COM RELAÇÃO à vida é não se lembrar de metade dela. Não se lembrar nem de metade da metade dela. Não se lembrar nem mesmo de uma ínfima porcentagem, se quiser saber a verdade. Tenho um amigo chamado Bob que escreve tudo o que lembra. Se lembrar que deixou cair um sorvete de casquinha no colo quando tinha sete anos, ele vai escrever isso. A última vez que conversei com Bob, ele tinha escrito mais de quinhentas páginas de memórias. Ele é o único cara que conheço que se lembra de sua vida. Ele disse que capta lembranças porque, se esquecê-las, é como se não tivessem acontecido, como se ele não tivesse vivido as partes que não lembra.
Pensei nisso quando ele comentou e tentei me lembrar de algo. Lembrei-me de ter ganhado uma insígnia de mérito como escoteiro quando tinha sete anos, mas só consegui me lembrar disso. Eu a ganhei por ajudar um vizinho a cortar uma árvore.
Vou dizer isso para Deus quando ele perguntar o que fiz com minha vida. Vou dizer que cortei uma árvore e ganhei uma insígnia por isso. É muito provável que ele queira ver a insígnia, mas eu a perdi anos atrás e, por isso, quando eu tiver terminado minha história, Deus provavelmente estará sentado ali, olhando para minha cara de quem imagina o que vai falar em seguida. Deus e Bob provavelmente vão conversar durante dias.
Um Milhão de Quilômetros em Mil anos, Donald Miller
Só eu.

segunda-feira, 11 de julho de 2011
Entre Auroras e Tropeços

Minha vida...
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Eu sou assim
terça-feira, 21 de junho de 2011
Saudade de quem se foi...

Eu devia ter perguntado como seria a vida depois de ti,
mas, tive medo da resposta.
Pois, lá no fundo eu já sabia...
Eu sabia que o céu nunca mais teria o mesmo azul,
que os pássaros de tão chateados não cantariam como antes,
que o arco-íris perderia uma cor,
e que meu sorriso ficaria marcado.
Sabia que sentiria falta do teu abraço
que a tua ausência estaria sempre presente
e que carregaria comigo a esperança
de um dia te reencontrar.
Luciano Martini







