
Com o Sol nos olhos,
pode-se pisar alegremente a linha do abismo,
não atribuindo receios ao mar de areias movediças que se espreita ao longe.
Pode escurecer, mas não dentro, quando se tem o Sol nos olhos.
Pode escurecer, mas não dentro, quando se tem o Sol nos olhos.
Os raios dourados entram, deslizam, dançam, com a doçura do calor.
As sombras estendem-se e ficam suaves, o risco das trevas ainda nem se anuncia.
Com o Sol nos olhos,
Com o Sol nos olhos,
é despertada a melodia de um sorrir interior, sem esforço.
Estende-se a mão na distância,
Estende-se a mão na distância,
envia-se uma flor em pensamento...
Luciano Martini
2 comentários:
Belas linhas.
Parabéns.
Olá, Luciano!
Belíssimo texto! Esse sol me parece o brilho de quem ama verdadeiramente a vida!
Forte abraço, poeta!
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