sexta-feira, 18 de abril de 2008

Só eu.

Onde percebes ilusão
eu vejo poesia
entre semi-deuses
eu tropecei na lancheria

Tudo pode ser sem esperar acontecer
Chuva de verão, castelos de imaginação,
sempre viajei sozinho
em jardins de papelão

Sem tudo estar perdido, então.
Eu vou chorar um rio
Mas chorar a luz do luar,
Lagrimas de estrelas, emoção

Ser feliz é não saber, correr...correr...E porque parar?
Deixa a dor não estar
Nunca mais

Seguir é não ter fim
Embalar-se no crepúsculo laranja
Delicado como um poema
Luminoso como um picolé de limão


o céu se esconde em sorrisos...
*
Luciano Martini

2 comentários:

Computador disse...

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Filipe Garcia disse...

Puxa vida! Que poesia! Tudo se explica quando percebo seu gosto por Rubem Alves. Não sei se sua intenção foi esta, mas à primeira leitura, deu a impressão de seu texto ser letra de música. Aliás, muito me lembrou a música do João Alexandre que diz:

"Te vejo poeta quando nasce o dia,
E no fim do dia, quando a noite vem.
Te vejo poeta na flor escondida,
O vento que instiga mais um temporal"

Abraços.